KINDRED SPIRIT © WORLD WIDE WEB

04.
ma_n-if——est / Lisboa

Kate Albrecht Fulton, "The loudspeaker - marking 296 steps 
to the removal of wisdom", 2026 

Placa metálica descartada, pertencente a um sistema de segurança 
pessoal, corte em árvore Ginkgo Biloba localizada na Rua da  Boavista, 
Lisboa, 22,5 x 13 x 0,3 cm e 296 passos para a esquerda (Exterior).

Vista da Exposição, 2026


Vista da Exposição, 2026


Kate Albrecht Fulton, "A handful of views cast in doubt", 2026

Lentes e armações partidas de óculos de plástico encontradas nas ruas de Berlim empregues num jogo de knucklebones, dimensões variáveis.

Kate Albrecht Fulton, "Painful truth", 2026

Canto gasto e dobrado, partindo de uma folha de cartão de um artista, 1735 x 345 cm.

Noé Sendas, "Eye of Re", 2026 (Piso 0)

Lápis policromado sobre tecido e impressão offset sobre papel (livros), ferro (bala e pedra), algodão (coberta e corda), 200 x 350 x 5 cm.

Noé Sendas, "Eye of Re", 2026 (Piso 0)

Lápis policromado sobre tecido e impressão offset sobre papel (livros),
 ferro (bala e pedra), algodão (coberta e corda), 
200 x 350 x 5 cm (detalhe).

Noé Sendas, "Eye of Re", 2026 (Piso 0)

Lápis policromado sobre tecido e impressão offset sobre papel (livros), ferro (bala e pedra), algodão (coberta e corda), 200 x 350 x 5 cm (detalhe).

Noé Sendas, "Eye of Re", 2026 (Piso 0)

Lápis policromado sobre tecido e impressão offset sobre papel (livros),
ferro (bala e pedra), algodão (coberta e corda), 
200 x 350 x 5 cm (detalhe).

Noé Sendas, "Eye of Re", 2026 (Piso 0)

Lápis policromado sobre tecido e impressão offset sobre papel (livros), ferro (bala e pedra), algodão (coberta e corda), 200 x 350 x 5 cm (detalhe).

Vista da Exposição, 2026


Kate Albrecht Fulton, "The half of One Divide", 2026 (Piso 0)

Primeira parte de duas secções recortadas de uma caixa de 
infra-estrutura urbana partida, 38 x 15,5 x 14,5 cm.

Kate Albrecht Fulton, "bench mark/ richtwert / reference value", 2026

Painel de revestimento em imitação de mármore, em madeira, encontrado abandonado numa rua de Berlim, 76 x 41 x 0,8 cm.

Vista da Exposição, 2026


Noé Sendas, "View from sniuR", 2025 (Piso 0)

Técnica mista, colagem, 30 x 40 x 0,6 cm.

Noé Sendas, "View from sniuR", 2025 (Piso 0)

Técnica mista, colagem, 30 x 40 x 0,6 cm (detalhe).

Kate Albrecht Fulton, "Self-portrait of a_part: dedicated to Leonie", 2026

Secção de coluna de madeira, retirada de um antigo móvel abandonado, 
fixa a parede falsa, 11,5 x 5,5 x 2 cm.

Vista da Exposição, 2026


Noé Sendas, "Untitled", 2026 (Piso 0)

Metais diversos, madeira, pvc, vidro, algodão, pedra e antiga impressão fotográfica em gelatina de prata, 75 x 76 x 140 cm.

Noé Sendas, "Untitled", 2026 (Piso 0)

Metais diversos, madeira, pvc, vidro, algodão, pedra e antiga impressão
fotográfica em gelatina de prata, 75 x 76 x 140 cm.

Noé Sendas, "Sem título", 2026 (Piso 0)

Metais diversos, madeira, pvc, vidro, algodão, pedra e antiga impressão
fotográfica em gelatina de prata, 75 x 76 x 140 cm (detalhe).

Kate Albrecht Fulton, "Dreaming in German", 2012

Livro usado “wer aaahh sagt...” do autor Richard Gordon, em alemão, com páginas e texto removidos, 21 x 13,1 x 2,5cm.

Kate Albrecht Fulton, "Dreaming in German", 2012

Livro usado “wer aaahh sagt...” do autor Richard Gordon, em alemão, com páginas e texto removidos, 21 x 13,1 x 2,5cm.

Kate Albrecht Fulton, "Dreaming in German", 2012

Livro usado “wer aaahh sagt...” do autor Richard Gordon, em alemão, com páginas e texto removidos, 21 x 13,1 x 2,5cm (detalhe).

Kate Albrecht Fulton, "Latent devaluation", 2026

Extremidade de mangueira de jardim encontrada cortada, gesso, tinta acrílica cinzenta e restos de parede, 3,5 x 3,5 x 4 cm

Vista da Exposição, 2026


Kate Albrecht Fulton, "Autobiography", 2014 / "Quick fix obstacle to repair - with a diy latch for opening", 2026

Capa plástica A4, preta, 22 x 31 x 0,3 cm / Esquina de azulejo cerâmico, encontrado enterrado em canto escondido no espaço HAUNT - Berlin.
Fecho de cavalete descartado, depois de um artista desistir e deitar tudo fora, 9 x 5 x 5 cm

Vista da Exposição, 2026


Kate Albrecht Fulton, "Collapsed - support - withdrawn", 2026

Secções de brinquedos descartados, secções de mobiliário de madeira descartado, tinta acrílica cinzenta, 203 x 13,5 x 5,5 cm (detalhe)

Collapsed - support - withdrawn, 2026

Secções de brinquedos descartados, secções de mobiliário de madeira descartado, tinta acrílica cinzenta, 203 x 13,5 x 5,5 cm (detalhe)

Kate Albrecht Fulton, "Longing", 2014-2026

Reconstrução de um balaústre, surgido da desconstrução de uma coluna de madeira, 
retirada de um antigo móvel abandonado, 60,5 x 8 cm ø

Vista da exposição, 2026


Kate Albrecht Fulton, "Safe alone", 2026

Fechadura metálica retirada de um armário antigo em desuso, fita adesiva transparente de dupla face, 68 x 43 x 5,5 cm.

Kate Albrecht Fulton, "Fear or courage", 2014-2026

Letras removidas e recontextualizadas em lápis Koh-i-noor, encontrado e posteriormente serrado para quebra deliberada, 17 x 5 x 0,6 cm.

Kate Albrecht Fulton, "Fear or courage", 2014-2026

Letras removidas e recontextualizadas em lápis Koh-i-noor, encontrado e posteriormente serrado para quebra deliberada, 17 x 5 x 0,6 cm.

Kate Albrecht Fulton, "Fear or courage", 2014-2026

Letras removidas e recontextualizadas em lápis Koh-i-noor, encontrado e posteriormente serrado para quebra deliberada, 17 x 5 x 0,6 cm.

Kate Albrecht Fulton, "Blackbox recording of two", 2026

Dois tabuleiros de correspondência, em plástico, provenientes
de um escritório desocupado, 35 x 25,5 x 10 cm.

Vista da exposição, 2026


Noé Sendas, "Eye of Re", 2026 (Piso 1)

Lápis policromado sobre tecido e impressão offset sobre papel (livros), ferro (bala e pedra), algodão (coberta e corda), 200 x 350 x 5 cm.

Noé Sendas, "Eye of Re", 2026 (Piso 1)

Lápis policromado sobre tecido e impressão offset sobre papel (livros)
, ferro (bala e pedra), algodão (coberta e corda), 200 x 350 x 5 cm (detalhe).

Noé Sendas, "Eye of Re", 2026 (Piso 1)

Lápis policromado sobre tecido e impressão offset sobre papel (livros), ferro (bala e pedra), algodão (coberta e corda), 200 x 350 x 5 cm (detalhe).

Noé Sendas, "Eye of Re", 2026 (Piso 1)

Lápis policromado sobre tecido e impressão offset sobre papel (livros),
 ferro (bala e pedra), algodão (coberta e corda), 
200 x 350 x 5 cm (detalhe).

Noé Sendas, "Eye of Re", 2026 (Piso 1)

Lápis policromado sobre tecido e impressão offset sobre papel (livros), ferro (bala e pedra), algodão (coberta e corda), 200 x 350 x 5 cm (detalhe).

Noé Sendas, "Eye of Re", 2026 (Piso 1)

Lápis policromado sobre tecido e impressão offset sobre papel (livros), ferro (bala e pedra), algodão (coberta e corda),
200 x 350 x 5 cm (detalhe).

Kate Albrecht Fulton, "The half of One Divided", 2026 (Piso 1)

Segunda parte de duas secções recortadas de uma caixa de infra-estrutura urbana partida, 35 x 20 x 14,5 cm.

Kate Albrecht Fulton, "The half of One Divided", 2026 (Piso 1)

Segunda parte de duas secções recortadas de uma caixa de infra-estrutura urbana partida, 35 x 20 x 14,5 cm (detalhe).

Vista da exposição, 2026


Kate Albrecht Fulton, "Everyone deserves care", 2014

Intervenção e recomposição de texto em tubo de creme hidratante, 
deixado vazio, abandonado nas I.S. dos ateliers Malzfabrik, em Berlim,
12,5 x 5 x 3 cm.

Kate Albrecht Fulton, "Everyone deserves care", 2014

Intervenção e recomposição de texto em tubo de creme hidratante, deixado vazio, abandonado nas I.S. dos ateliers Malzfabrik, em Berlim, 12,5 x 5 x 3 cm.

Noé Sendas, "Sem título", 2026 (Piso 1)

Metais diversos, madeira, pvc, vidro, algodão, pedra e antiga impressão
fotográfica em gelatina de prata, 75 x 76 x 140 cm.

Noé Sendas, "Sem título", 2026 (Piso 1)

Metais diversos, madeira, pvc, vidro, algodão, pedra e antiga impressão
fotográfica em gelatina de prata, 75 x 76 x 140 cm (detalhe).

Noé Sendas, "Sem título", 2026 (Piso 1)

Metais diversos, madeira, pvc, vidro, algodão, pedra e antiga impressão
fotográfica em gelatina de prata, 75 x 76 x 140 cm.

Noé Sendas, "Sem título", 2026 (Piso 1)

Metais diversos, madeira, pvc, vidro, algodão, pedra e antiga impressão
fotográfica em gelatina de prata, 75 x 76 x 140 cm (detalhe).

Noé Sendas, "View from sniuR,", 2025 (Piso 1)

Técnica mista, colagem, 30 x 40 x 0,6 cm.

Noé Sendas, "View from sniuR,", 2025 (Piso 1)

Técnica mista, colagem, 30 x 40 x 0,6 cm.

Noé Sendas, "View from sniuR,", 2025 (Piso 1)

Técnica mista, colagem, 30 x 40 x 0,6 cm.

Vista da exposição, 2026


Kate Albrecht Fulton, "Quotation marks", 2026

Chaves de um tempo passado, moedas de 2 cêntimos, tampas reutilizadas de pacotes de leite, recipientes de plástico de spray nasal e secções removidas 
do suporte de madeira de um quadro partido, tinta acrílica, 109,5 x 7 x 7 cm.

Kate Albrecht Fulton, "Quotation marks", 2026

Chaves de um tempo passado, moedas de 2 cêntimos, tampas reutilizadas 
de pacotes de leite, recipientes de plástico de spray nasal e secções
removidas do suporte de madeira de um quadro partido, tinta acrílica, 
109,5 x 7 x 7 cm.

Kate Albrecht Fulton, "Incorrect address", 2026

Cabo telefónico obsoleto, parafusos encontrados, sobras de prancha de espuma isolante, tinta acrílica, gesso, 32,5 x 6 x 2 cm.

Kate Albrecht Fulton + Noé Sendas

+ Info

04.
ma_n-if——est / Lisboa

ma__n–if——est integra um ciclo de exposições desenvolvidas em torno do livro Seis Propostas para o Próximo Milénio, de Italo Calvino, e contesta a noção de Visibilidade que o autor identificou como fundamental para pensar o século XXI. Este ciclo de exposições - In The Present Now – parte de uma ideia original do Kindred Spirit e desenvolve-se em parceria com outras instituições, dentro e fora de Portugal.
ma__n–if——est integra obras de Kate Albrecht Fulton (Warrnambool, 1974) e Noé Sendas (Bruxelas, 1972), é comissariada por Sérgio Fazenda Rodrigues e Stephan Klee, numa parceria entre os espaços Kindred Spirit e frontviews / Haunt-Berlin, e desenvolve-se em duas partes, apresentadas em Berlim de Março a Abril de 2026, e em Lisboa de Maio a Julho de 2026.
ma__n–if——est explora a ideia de algo que se manifesta, desponta ou surge por vontade própria, de modo subtil e alargado, sem limitar a percepção à evidência do visível. A exposição busca situações ancoradas à memória, real e efabulada, em que a imprecisão esbate o rigor e a certeza dos factos.

Noé Sendas apoia-se na ideia de déjà-vu, duplicando a presença das suas obras nos dois pisos da exposição. Esta situação decorre da junção de duas bibliotecas no seu atelier, salientando o encontro com um conjunto de livros repetidos e suas implicações. Lidando com a incerteza de forma nostálgica e contemplativa, o artista estabelece relações entre um corpo, um lugar e o seu desaparecimento, reportando-se ao imaginário de um tempo passado, algures entre a antiguidade clássica e os meados do século XX.
Kate Fulton apresenta um conjunto de trabalhos que surgem associados a uma ideia de falta, induzida pela ausência, mas também pela inviabilização de um uso anterior.
As obras gravitam entre o enigmático e o obsoleto, partindo do encontro com situações e locais específicos, em Lisboa e Berlim. A artista explora ideias como o desgaste, o eco e a ausência para configurar uma ideia poética de impermanência.

Concebendo a afirmação de algo que se esbate, ambos desenvolvem o seu trabalho entre a atenção e a intuição, instaurando um diálogo entre as obras, o espaço e os observadores, em torno de temas como o desaparecimento, a ocultação e o obliteramento.

Sérgio Fazenda Rodrigues e Stephan Klee

ma_n-if——est / Lisboa

21.05 - 10.07.2026

Kindred Spirit

Lisboa, PT

Artistas

Kate Albrecht Fulton

(AU)

+

Bio

Kate Albrecht Fulton (Warrnambool, 1974) vive e trabalha em Berlim desde 2008. É licenciada em Belas-Artes pela Deakin University, Warrnambool (1994) e possui um Diploma de Pós-Graduação em Artes Visuais pelo Victorian College of the Arts, Melbourne (2001). Entre 2004 e 2006 foi bolseira do programa de residência do Gertrude Contemporary Studio, em Melbourne.
A sua prática artística compõe-se de objectos escultóricos, instalações espaciais e intervenções arquitectónicas que recorrem a referências autobiográficas e a vestígios do quotidiano para explorar temas como desenraizamento, inacessibilidade e apagamento. Trabalhando com materiais encontrados e apropriados a partir de elementos descartados do meio urbano, cria deslocações de percepção que desfamiliarizam discretamente o quotidiano. A sua composição, caracteristicamente contida e por vezes imperceptível, revela-se em incrementos subtis para explorar a tensão entre o visível e o invisível, o interno e o externo.
O seu trabalho tem sido apresentado em exposições individuais e colectivas, em contextos como a Malzfabrik (Berlim); HomeBase (Berlim); RMIT Gallery (Melbourne); Centre for Contemporary Photography (Melbourne); Gertrude Contemporary Art Spaces (Melbourne); MINUS SPACE (Nova Iorque); Care/of Contemporary Art Centre (Milão); e Han Jeon Gallery (Seul), entre outros. Em 2026, apresentará a exposição de dupla Manifest, com Noé Sendas, em Berlim e Lisboa.
Entre as suas distinções contam-se uma bolsa de residência no HomeBase LAB, Berlim (2010-11); ser finalista do Keith And Elisabeth Murdoch Travelling Scholarship, Victorian College of the Arts (2003); a obtenção do Pat Corrigan Artist Grant, National Association for the Visual Arts (1998); e o Salon Exhibition Award do Melbourne Fringe Festival (1996).
A sua prática expandida inclui a autoria do projecto conceptual Artist Funded (desde 2004), a coordenação da primeira edição do mapa de espaços artísticos independentes theMAP em Melbourne (2005), e a participação activa no colectivo de artistas frontviews / HAUNT, em Berlim.

Noé Sendas

(B)

+

Bio

Noé Sendas (Bruxelas, 1972) vive e trabalha entre Berlim, Madrid e Lisboa.
Estudou no Atelier Livre da Escola António Arroio e no Ar.CO, em Lisboa, frequentou o Royal College of Arts, em Londres, e o Art Institute of Chicago. Recebeu o 1º Prémio Citydesk de escultura em 2010. Participou em residências artísticas na Künstlerhaus Bethanien, Berlim; Atelier Real, Lisboa; Casa Velázquez, Madrid; Contretype, Bruxelas; Cité Internationale des Arts, Paris; Peggy Guggenheim, Veneza.
Sendas vem desenvolvendo, desde meados da década de 1990, uma consistente carreira nacional e internacional. A sua prática artística utiliza referências — explícitas e implícitas — a artistas e criações literárias, cinematográficas ou musicais como matéria-prima. O seu trabalho aborda preocupações específicas sobre a reflexão e a prática das artes visuais, tais como: o corpo, como entidade simultaneamente teórica e material; os mecanismos de percepção do observador; e o potencial discursivo dos métodos expositivos.
Outras exposições individuais recentes da obra de Sendas incluem Goin´Home na Brotéria, Lisboa (2024), e On Thin Ice no MNAC - Museu Nacional de arte Contemporânea (2025). His work has also been featured in numerous group shows, em instituições como o Yerba Buena Center for the Arts (São Francisco, EUA); Kunsthalle Bonn (Alemanha); Akademie der Künste (Berlim); Le Plateau/FRAC Île-de-France (Paris); Museu Colecção Berardo (Lisboa); Museu Calouste Gulbenkian (Lisboa); C/O Berlin (Alemanha); MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (Lisboa), entre outras. A sua obra integra colecções públicas e privadas, na Europa e Estados Unidos da America, destacando-se a Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Contretype – Centre d’Art Contemporain pour la Photographie, Bruxelas; Culturgest, Lisboa; MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, Lisboa; MAR – Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil; MEIAC – Museu Extremenho e Ibero-Americano de Arte Contemporânea (Badajoz, Espanha); Colecção NOVO BANCO, Lisboa; Colecçāo Serralves, Porto, Portugal; Colecção SP, Portugal.

Curadores

Sérgio Fazenda Rodrigues

(PT)

+

Bio

Sérgio Fazenda Rodrigues (Lisboa, 1973) é arquitecto, curador e editor. Foi professor na Universidade dos Açores, na Escola Universitária Vasco da Gama (Coimbra) e na Faculdade de Belas Artes, da Universidade de Lisboa, dedicando-se à divulgação, crítica e curadoria de artes visuais. É membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA), tendo participado em 2015 na sua direcção, em Portugal.
É fundador director e curador do espaço independente Kindred Spirit, em Lisboa, com eventos desenvolvidos em Lisboa, Madrid, Elvas e Berlim. Com Celina Brás, foi sócio da empresa Making Art Happen, agregando a revista Contemporânea e a APP Portugal Art Guide, para quem foi editor convidado e para a qual continua a escrever. Tem artigos publicados em revistas, catálogos e livros da especialidade.
Foi assessor cultural permanente do Governo Regional dos Açores / Direcção Regional da Cultura, tendo entre 2010 e 2012 sido responsável pela gestão da Colecção de Arte Contemporânea do Governo Regional dos Açores e pela programação de exposições no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas. Integrou júris de apoio e premiação do Governo Português / Direcção Geral das Artes, Governo Regional dos Açores / Direcção Regional da Cultura, Ágora - Cultura e Desporto / Câmara Municipal do Porto, EGEAC-Galerias Municipais de Lisboa (Atelier-Museu Júlio Pomar), Fundação Luso-Americana e da CACE-Colecção de Arte Contemporânea do Estado, entre outros. O seu trabalho centra-se numa abordagem poética à esfera antropológica e social da arte contemporânea, privilegiando tópicos que lidam com ideias de tempo e espaço. O seu trabalho tem sido desenvolvido de forma independente, em colaboração com instituições, galerias, coleccionadores e espaços independentes em Portugal, Espanha, Bélgica, Inglaterra e Alemanha.


Stephan Klee

(DE)

+

Bio

Stephan Klee (Potsdam, 1977) é um curador que vive e trabalha em Berlim. Após cinco semestres de filosofia e história moderna alemã na Universidade Humboldt, estudou na Universidade de Artes Visuais de Berlim (UdK), formando-se como mestre em Belas-Artes no verão de 2009. Desde 2006, a sua prática curatorial concentra-se na fenomenologia do espaço público, explorando interacções entre uma realidade partilhada e a criação artística. Os temas variam de intervenções no espaço sócio-arquitectónico e dispositivos filosóficos contemporâneos até à exploração de novos media e da virtualidade em expansão. Desde 2018, o seu trabalho centra-se no fim previsível da ecologia global, contextualizado num sistema capitalista tardio.
As possibilidades de génese colectiva destacam-se nas suas actividades, materializadas em projectos de trabalho cultural independente e colaborativo. Entre os parceiros das suas colaborações incluem-se a Artitude e.V., a Haus am Lützowplatz e.V., o Dockville Festival Hamburgo, o Institut für Raum Experimente, o Goethe-Institut Atenas, a State of Concept Atenas, a REMAP Atenas, o Museu Herzliya Tel Aviv, o Hamburger Bahnhof Berlim, o Centro Pompidou Paris e o Kunstverein Göttingen, entre outros.
Stephan Klee é membro fundador e integrante da direcção do colectivo artístico Frontviews, uma associação internacional de artistas e académicos.