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04.
ma_n-if——est

Vista da Exposição, 2026 


Vista da Exposição, 2026


Vista da Exposição, 2026


Noé Sendas, "Binding II", 2025

Técnica mista, dimensões variáveis.

Vista da Exposição, 2026


Noé Sendas, "sniuR", 2025

Técnica mista, dimensões variáveis (detalhe).

Noé Sendas, "sniuR, II", 2025

Técnica mista, dimensões variáveis (detalhe).

Noé Sendas, "sniuR, II", 2025

Técnica mista, dimensões variáveis.

Vista da Exposiçao, 2026




Kate Albrecht Fulton, "Hell weg Brace – there's a hole in the bucket", 2026 

Pedaços cortados de um balde Hellweg de plástico branco, parafusos encontrados, tinta de parede cinzenta HAUNT, 15,5 x 39 x 9,5 cm.


Kate Albrecht Fulton, "Hell weg Brace – there's a hole in the bucket", 2026 

Pedaços cortados de um balde Hellweg de plástico branco, 
parafusos encontrados, tinta de parede cinzenta HAUNT, 
15,5 x 39 x 9,5 cm (detalhe).


Kate Albrecht Fulton, "bench mark/ richtwert / reference value", 2026

Duas partes descartadas e partidas de um bloco de betão celular, 31 x 46 x 11 cm.

Kate Albrecht Fulton, "bench mark/ richtwert / reference value", 2026

Duas partes descartadas e partidas de um bloco de betão celular, 31 x 46 x 11 cm (detalhe).

Kate Albrecht Fulton, "bench mark/ richtwert / reference value", 2026

Duas partes descartadas e partidas de um bloco de betão celular, 31 x 46 x 11 cm (detalhe).

Vista da Exposição, 2026 


Vista da exposição, 2026


Noé Sendas, "Sem título", 2026 

Projecção de diapositivo e instalação de livros.

Noé Sendas, "Sem título", 2026 

Projecção de diapositivo e instalação de livros (detalhe).

Noé Sendas, "Sem título", 2026 

Projecção de diapositivo e instalação de livros.

Noé Sendas, "Sem título", 2026 

Projecção de diapositivo e instalação de livros.

Kate Albrecht Fulton, "incorrect address / inkorrekte Adresse", 2026 

Cabo telefónico obsoleto, parafusos encontrados, restos descartados de placa de espuma e gesso, 32,5 x 6 x 2 cm

Vista da Exposição, 2026 


Noé Sendas, "View from sniuR", 2025 

Técnica mista, dimensões variáveis.

Noé Sendas, "View from sniuR", 2025 

Técnica mista, dimensões variáveis (detalhe).

Kate Albrecht Fulton, "Blind corner to contain One / Blinde Ecke um
Einen zu enthalten", 2026 

Placa de gesso cartonado, porta de armário de cozinha em folheado de madeira encontrada, com orifícios remanescentes após a remoção de todos os 
elementos de fixação, tinta de parede cinzenta HAUNT, 277 x 115 x 60 cm.

Kate Albrecht Fulton, "Blind corner to contain One / Blinde Ecke um
Einen zu enthalten", 2026 

Placa de gesso cartonado, porta de armário de cozinha em folheado de madeira encontrada, com orifícios remanescentes após a remoção de todos os
elementos de fixação, tinta de parede cinzenta HAUNT, 277 x 115 x 60 cm.

Kate Albrecht Fulton, "devalue / Entwertung", 2026 

Extremidade de uma mangueira de jardim cortada encontrada em
Luckenwalde, gesso, tinta de parede cinzenta HAUNT, 
277 x 115 x 60 cm

Kate Albrecht Fulton, "devalue / Entwertung", 2026 

Extremidade de uma mangueira de jardim cortada encontrada em
Luckenwalde, gesso, tinta de parede cinzenta HAUNT, 
277 x 115 x 60 cm

Kate Albrecht Fulton, "transparency / transparenz", 2026 

placas de acrílico transparente encontradas, fita adesiva dupla 
face transparente, resíduos recolhidos debaixo do tapete de entrada, 
30 x 21 x 0,4 cm.

Vista da Exposição, 2026



Kate Albrecht Fulton, "The half of One Divided/ die Hälfte von Eine_r geteilt", 2026 

1.ª parte de duas secções recortadas de uma caixa de infra-estrutura urbana partida, 38 x 15,5 x 14,5 cm.

Vista da Exposição, 2026 



Kate Albrecht Fulton, "forgotten / vergessen", 2025

Marmita de plástico reutilizada, pintada com spray amarelo, marcador preto, sinais acumulados de desgaste devido ao tempo, 26,5 x 18 x 4,5 cm.


Noé Sendas, "Poem", 2025

Grafite sobre papel.

Noé Sendas, "Poem", 2025

Grafite sobre papel (detalhe).

Vista da Exposição, 2026



Kate Albrecht Fulton, "Zusammenfall / collapse / Unterstützung
entzogen /support withdrawn", 2026

Partes de brinquedos descartados, partes de mobiliário de madeira descartado, tinta cinzenta HAUNT, 203 x 13,5 x 5,5 cm

Kate Albrecht Fulton, "Zusammenfall / collapse / Unterstützung
entzogen /support withdrawn", 2026

Partes de brinquedos descartados, partes de mobiliário de madeira 
descartado, tinta cinzenta HAUNT, 203 x 13,5 x 5,5 cm.

Vista da Exposição, 2026



Kate Albrecht Fulton, "Quotation marks / Anführungszeichen", 2025

Tampas reutilizadas de pacotes de leite, recipientes de plástico de spray nasal e secções removidas do suporte de madeira de um quadro partido, chaves que já não pertencem a ninguém, 109,5 x 7 x 7 cm.


Kate Albrecht Fulton, "Quotation marks / Anführungszeichen", 2025

Tampas reutilizadas de pacotes de leite, recipientes de plástico de spray nasal e secções removidas do suporte de madeira de um quadro partido, chaves que já não pertencem a ninguém, 109,5 x 7 x 7 cm (detalhe).


Kate Albrecht Fulton, "Quotation marks / Anführungszeichen", 2025

Tampas reutilizadas de pacotes de leite, recipientes de plástico de spray nasal e secções removidas do suporte de madeira de um quadro partido, chaves que já não pertencem a ninguém, 109,5 x 7 x 7 cm (detalhe).


Vista da Exposição, 2026


Vista da Exposição, 2026


Noé Sendas, "Poem", 2025

Grafite sobre papel.

Noé Sendas, "View from sniuR", 2025

Técnica mista.

Noé Sendas, "View from sniuR", 2025

Técnica mista (detalhe).

Vista da exposição, 2026


Vista da exposição, 2026


Vista da exposição, 2026


Kate Albrecht Fulton, "Lebenslauf / curriculum vitae", 2026

Parte de um armário de madeira encontrado fora de um armazém em Luckenwalde,
151 x 38,5 x 4 cm

Kate Albrecht Fulton, "Lebenslauf / curriculum vitae", 2026

Parte de um armário de madeira encontrado fora de um armazém em Luckenwalde,
151 x 38,5 x 4 cm

Vista da exposição, 2026



Kate Albrecht Fulton, "Position for the head – against the wall /
Position für den Kopf – gegen die Wand, 2026

Placa de gesso entalhada, gesso, tinta cinzenta HAUNT, 21,5 X 16,0 X 1,6 cm


Vista da exposição, 2026


Kate Albrecht Fulton, "Silent speaker / stummer Sprecher", 2026

Contorno entalhado de sinal metálico descartado, pertencente a um 
sistema de segurança pessoal, 22,5 x 13,0 x 0,3 cm.

Vista da exposição, 2026


Vista da exposição, 2026


Noé Sendas, "Binding II", 2026

Técnica mista, dimensões variáveis.

Noé Sendas, "sniuR", 2025

Técnica mista, dimensões variáveis.

Noé Sendas, "sniuR", 2025

Técnica mista, dimensões variáveis (detalhe).

Noé Sendas, "sniuR", 2025

Técnica mista, dimensões variáveis (detalhe).

Vista da exposição, 2026


Kate Albrecht Fulton, "portrait of a_part / Porträt von geteilt_werden", 2026

Secção recortada de uma coluna de madeira, removida de um armário antigo encontrado num armazém em Luckenwalde, 11,5 x 5,5 x 2 cm.

Kate Albrecht Fulton, "portrait of a_part / 
Porträt von geteilt_werden", 2026

Secção recortada de uma coluna de madeira, removida de um armário
antigo encontrado num armazém em Luckenwalde, 11,5 x 5,5 x 2 cm.

Vista da exposição, 2026


Noé Sendas, "Sem título", 2026

Projecção Dia e instalação de livros.

Noé Sendas, "Sem título", 2026

Projecção Dia e instalação de livros (detalhe).

Noé Sendas, "Sem título", 2026

Projecção Dia e instalação de livros (detalhe).

Noé Sendas, "Sem título", 2026

Projecção Dia e instalação de livros (detalhe).

Vista da Exposição, 2026


Kate Albrecht Fulton, "The half of One Divided/ die Hälfte von Eine_r geteilt", 2026

2ª parte de duas secções recortadas de uma caixa de infra-estrutura urbana partida, 35 x 20 x 14,5 cm.

Kate Albrecht Fulton, "The half of One Divided/ 
die Hälfte von Eine_r geteilt", 2026

2ª parte de duas secções recortadas de uma caixa de infra-estrutura 
urbana partida, 35 x 20 x 14,5 cm.

Kate Albrecht Fulton, "The half of One Divided/ 
die Hälfte von Eine_r geteilt", 2026

2ª parte de duas secções recortadas de uma caixa de infra-estrutura 
urbana partida, 35 x 20 x 14,5 cm (detalhe).

Kate Albrecht Fulton + Noé Sendas

+ Info

04.
ma_n-if——est

ma__n–if——est é a quarta exposição que integra o ciclo In the Present Now, desenvolvido a partir do livro Seis Propostas para o Próximo Milénio (1988), de Italo Calvino. Partindo da ideia de visibilidade, que o autor italiano aponta como fundamental para a compreensão do século XXI, esta exposição, com curadoria de Sérgio Fazenda Rodrigues e Stephan Klee, contrapropõe uma reflexão aberta e não ilustrativa sobre o modo como algo se manifesta.
Reunindo as obras de Kate Albrecht Fulton (Warrnambool, 1974) e Noé Sendas (Bruxelas, 1972), ma__n–if——est procura situações ancoradas na subjectividade da memória, sustentadas por um envolvimento sensorial alargado, sem limitar a percepção ao reino do visível.

Noé Sendas recorre à ideia de déjà-vu, cria uma ligação entre os dois pisos do local e duplica a presença de suas obras. O seu trabalho ocupa posições semelhantes, com variações subtis, estabelecendo o que aparenta ser uma realidade paralela. Este processo nasceu da junção de duas bibliotecas do artista, permitindo a reunão de livros iguais e a problematização do seu reconhecimento.
Objectos, desenhos e assemblages gerem o fluxo de um tempo ausente, com referências à antiguidade clássica e aos meados do século XX, movendo-se por uma vontade de desaparecimento. Com carácter nostálgico e espírito contemplativo, as peças exploram a relação entre corpo e lugar, evocando impressões vagas de um vasto panorama da história cultural ocidental.
Incidindo na percepção da falta, as obras de Kate Albrecht Fulton encenam a ausência física e a obsolescência de objectos que poderiam pertencer ao local. Nos seus trabalhos revelam-se vestígios de suportes, ganchos, rupturas e marcas de desgaste, que incidem na relação entre um uso individual e colectivo, que já perdeu o seu sentido. Fulton cruza elementos encontrados em Lisboa e em Berlim, questionando a ideia de cópia e original, assim como a natureza e o contexto que os enquadram e os deslocalizam.

À semelhança de Sendas, a estranheza verifica-se pela duplicação de uma realidade, explorada aqui por ideias de desgaste, eco e ausência, numa abordagem poética à transitoriedade da coesão social.
Ambos se movem entre a descoberta, a intuição e o impulso criativo, abrindo um diálogo entre as obras, o espaço e o espectador, focado no desaparecimento, no uso e na memória.

ma_n-if——est

14.03 - 11.04.2026

HAUNT - Berlin

Berlim, DE

Artistas

Kate Albrecht Fulton

(AU)

+

Bio

Kate Albrecht Fulton (Warrnambool, 1974) vive e trabalha em Berlim desde 2008. É licenciada em Belas-Artes pela Deakin University, Warrnambool (1994) e possui um Diploma de Pós-Graduação em Artes Visuais pelo Victorian College of the Arts, Melbourne (2001). Entre 2004 e 2006 foi bolseira do programa de residência do Gertrude Contemporary Studio, em Melbourne.
A sua prática artística compõe-se de objectos escultóricos, instalações espaciais e intervenções arquitectónicas que recorrem a referências autobiográficas e a vestígios do quotidiano para explorar temas como desenraizamento, inacessibilidade e apagamento. Trabalhando com materiais encontrados e apropriados a partir de elementos descartados do meio urbano, cria deslocações de percepção que desfamiliarizam discretamente o quotidiano. A sua composição, caracteristicamente contida e por vezes imperceptível, revela-se em incrementos subtis para explorar a tensão entre o visível e o invisível, o interno e o externo.
O seu trabalho tem sido apresentado em exposições individuais e colectivas, em contextos como a Malzfabrik (Berlim); HomeBase (Berlim); RMIT Gallery (Melbourne); Centre for Contemporary Photography (Melbourne); Gertrude Contemporary Art Spaces (Melbourne); MINUS SPACE (Nova Iorque); Care/of Contemporary Art Centre (Milão); e Han Jeon Gallery (Seul), entre outros. Em 2026, apresentará a exposição de dupla Manifest, com Noé Sendas, em Berlim e Lisboa.
Entre as suas distinções contam-se uma bolsa de residência no HomeBase LAB, Berlim (2010-11); ser finalista do Keith And Elisabeth Murdoch Travelling Scholarship, Victorian College of the Arts (2003); a obtenção do Pat Corrigan Artist Grant, National Association for the Visual Arts (1998); e o Salon Exhibition Award do Melbourne Fringe Festival (1996).
A sua prática expandida inclui a autoria do projecto conceptual Artist Funded (desde 2004), a coordenação da primeira edição do mapa de espaços artísticos independentes theMAP em Melbourne (2005), e a participação activa no colectivo de artistas frontviews / HAUNT, em Berlim.

Noé Sendas

(B)

+

Bio

Noé Sendas (Bruxelas, 1972) vive e trabalha entre Berlim, Madrid e Lisboa.
Estudou no Atelier Livre da Escola António Arroio e no Ar.CO, em Lisboa, frequentou o Royal College of Arts, em Londres, e o Art Institute of Chicago. Participou em residências artísticas na Künstlerhaus Bethanien, Berlim; Casa Velázquez, Madrid; Cité des Arts, Paris; Peggy Guggenheim Collection, Veneza; e Atelier Real, Lisboa.
A sua prática artística utiliza referências — explícitas e implícitas — a artistas e criações literárias, cinematográficas ou musicais como matéria-prima. O seu trabalho aborda preocupações específicas sobre a reflexão e a prática das artes visuais, tais como: o corpo, como entidade simultaneamente teórica e material; os mecanismos de percepção do observador; e o potencial discursivo dos métodos expositivos.
O artista tem apresentado o seu trabalho em exposições individuais e colectivas, em instituições como o Yerba Buena Center for the Arts (São Francisco, EUA); Kunsthalle Bonn (Alemanha); Akademie der Künste (Berlim); Le Plateau/FRAC Île-de-France (Paris); Museu Colecção Berardo (Lisboa); Museu Bordalo Pinheiro (Lisboa); MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (Lisboa); Museu Calouste Gulbenkian (Lisboa); MEIAC – Museu Extremenho e Ibero-Americano de Arte Contemporânea (Badajoz); C/O Berlin (Alemanha); MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (Lisboa); e Camões Berlim (Alemanha), entre outras.
Em 2018, integrou a exposição colectiva O Estado das Coisas, inaugurada no Camões Berlim.
A sua obra integra colecções públicas e privadas, destacando-se a Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, Portugal); MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (Lisboa, Portugal); Contretype – Centre d'Art Contemporain pour la Photographie (Bruxelas, Bélgica); Culturgest (Lisboa, Portugal); MEIAC – Museu Extremenho e Ibero-Americano de Arte Contemporânea (Badajoz, Espanha); MAR – Museu de Arte do Rio (Rio de Janeiro, Brasil); Colecção NOVO BANCO (Lisboa, Portugal); Museu de Serralves (Porto, Portugal); e a Colecção SP (Portugal).

Curadores

Sérgio Fazenda Rodrigues

(PT)

+

Bio

Sérgio Fazenda Rodrigues (Lisboa, 1973) é arquitecto, curador e editor. Foi professor na Universidade dos Açores, na Escola Universitária Vasco da Gama (Coimbra) e na Faculdade de Belas Artes, da Universidade de Lisboa, dedicando-se à divulgação, crítica e curadoria de artes visuais. É membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA), tendo participado em 2015 na sua direcção, em Portugal.
É fundador director e curador do espaço independente Kindred Spirit, em Lisboa, com eventos desenvolvidos em Lisboa, Madrid, Elvas e Berlim. Com Celina Brás, foi sócio da empresa Making Art Happen, agregando a revista Contemporânea e a APP Portugal Art Guide, para quem foi editor convidado e para a qual continua a escrever. Tem artigos publicados em revistas, catálogos e livros da especialidade.
Foi assessor cultural permanente do Governo Regional dos Açores / Direcção Regional da Cultura, tendo entre 2010 e 2012 sido responsável pela gestão da Colecção de Arte Contemporânea do Governo Regional dos Açores e pela programação de exposições no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas. Integrou júris de apoio e premiação do Governo Português / Direcção Geral das Artes, Governo Regional dos Açores / Direcção Regional da Cultura, Ágora - Cultura e Desporto / Câmara Municipal do Porto, EGEAC-Galerias Municipais de Lisboa (Atelier-Museu Júlio Pomar), Fundação Luso-Americana e da CACE-Colecção de Arte Contemporânea do Estado, entre outros. O seu trabalho centra-se numa abordagem poética à esfera antropológica e social da arte contemporânea, privilegiando tópicos que lidam com ideias de tempo e espaço. O seu trabalho tem sido desenvolvido de forma independente, em colaboração com instituições, galerias, coleccionadores e espaços independentes em Portugal, Espanha, Bélgica, Inglaterra e Alemanha.


Stephan Klee

(DE)

+

Bio

Stephan Klee (Potsdam, 1977) é um curador que vive e trabalha em Berlim. Após cinco semestres de filosofia e história moderna alemã na Universidade Humboldt, estudou na Universidade de Artes Visuais de Berlim (UdK), formando-se como mestre em Belas-Artes no verão de 2009. Desde 2006, a sua prática curatorial concentra-se na fenomenologia do espaço público, explorando interacções entre uma realidade partilhada e a criação artística. Os temas variam de intervenções no espaço sócio-arquitectónico e dispositivos filosóficos contemporâneos até à exploração de novos media e da virtualidade em expansão. Desde 2018, o seu trabalho centra-se no fim previsível da ecologia global, contextualizado num sistema capitalista tardio.
As possibilidades de génese colectiva destacam-se nas suas actividades, materializadas em projectos de trabalho cultural independente e colaborativo. Entre os parceiros das suas colaborações incluem-se a Artitude e.V., a Haus am Lützowplatz e.V., o Dockville Festival Hamburgo, o Institut für Raum Experimente, o Goethe-Institut Atenas, a State of Concept Atenas, a REMAP Atenas, o Museu Herzliya Tel Aviv, o Hamburger Bahnhof Berlim, o Centro Pompidou Paris e o Kunstverein Göttingen, entre outros.
Stephan Klee é membro fundador e integrante da direcção do colectivo artístico Frontviews, uma associação internacional de artistas e académicos.